O padrão alimentar mediterrânico tem sido muito estudado nos últimos 50 anos. Os trabalhos científicos têm acompanhado populações com consumo mais elevado de produtos vegetais e analisado o seu estado de saúde. Os resultados de muitos estudos sugerem que este padrão diário de alimentação está associado a maior longevidade, no geral, e à proteção face a doenças como o cancro, diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doença cardiovascular, obesidade e doenças neurodegenerativas como a doença de Parkinson ou de Alzheimer.
Desconhecem-se ainda os mecanismos exatos que levam a maior longevidade e proteção, face à doença, por parte das pessoas que aderem à dieta Mediterrânica. Sabemos hoje que existem nos alimentos, e mais concretamente nos frutos e hortícolas, dezenas de substâncias químicas com eventual capacidade de protegerem as células do organismo humano.
Felizmente, a tradição alimentar portuguesa já integra muitos produtos, nomeadamente os hortícolas, o azeite, o feijão, o grão e as ervas aromáticas em sopas, cozidos, ensopados ou caldeiradas, que facilitam a sua adoção no nosso dia-a-dia. Desta forma é possível juntar saúde com sabor à volta da mesa. É evidente que parte dos benefícios atribuídos a esta alimentação são também devidos a outros fatores, nomeadamente culturais, a prática de atividade física e a atmosfera social descontraída e afetiva que caracteriza a vida dos povos mediterrânicos.
Fique a conhecer os 10 princípios da dieta e cultura mediterrânica.
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Fonte: Ordem dos Nutricionistas: http://www.ordemdosnutricionistas.pt/noticia.php?id=311
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Dicas para que a sua Páscoa seja mais saudável:
- Inicie sempre as refeições com uma sopa de legumes;
- Beba água em vez de refrigerantes;
- Opte por chocolate com maior teor de cacau;
- Opte por consumir doces apenas no final das refeições. Evite petiscar doces ao longo do dia;
- Consuma amêndoas portuguesas, de qualidade, sem sal e/ou excesso de açúcar;
- Partilhe os chocolates com a família e os amigos;
- Aproveite para realizar atividades em família e ao ar livre.
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Fonte: https://nutrimento.pt/noticias/sugestoes-para-uma-pascoa-mais-saudavel/
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Fontes:
Tabela de Composição de Alimentos - http://portfir.insa.pt/
Ordem dos Nutricionistas - http://www.ordemdosnutricionistas.pt/noticia.php?id=780
Um estudo recente da APCOI – Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil, incidiu numa amostra de 17.698 crianças em idade escolar. Em Portugal, 28,5% das crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 10 anos apresentam excesso de peso, sendo que 12,7% se encontram no patamar da obesidade. Os inquietantes resultados poderão ser consultados no link que se expõe.
O que comer?
Ideias
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Produto viciante e que causa dependência
O Professor Bart Hoebel e a sua equipa do Departamento de Psicologia e o Instituto de Neuro ciência de Princeton têm vindo a estudar sinais de dependência de açúcar em ratos ao longo de vários anos, sendo que têm demonstrado um padrão comportamental de aumento de ingestão, associado a uma dependência tal como o álcool e outras substâncias, devido à estimulação de um neurotransmissor chamado dopamina que cria uma sensação geral de bem-estar.
Alimentação pouco variada
Uma desvantagem de comer doces em grande quantidade, é que eles não acrescentam nutrientes à dieta, uma vez que substituirão outras comidas nutritivas, como frutas, vegetais ou leguminosas.
Níveis energia
Não parecendo numa primeira abordagem, o açúcar refinado afeta os níveis de energia de uma maneira negativa, sendo que comer doces dará uma grande explosão de energia e depois um grande declínio. O efeito do açúcar no sangue pode causar irritabilidade e baixa produtividade ao longo o dia, pelos picos que causa.
Ganho de peso
Comer mais açúcar refinado pode levar ao ganho de peso, pois este acumula-se no sangue como glicose e mais tarde é armazenado pelo corpo e é transformado em gordura.
Cáries dentárias
O açúcar refinado pode provocar a propagação de bactérias e apodrecimento dos dentes. Uma grande quantidade de açúcar fornece comida para as bactérias, o que aumenta a decomposição. O apodrecimento dos dentes acelera, se comer mais doces e não escovar e enxaguar a boca logo em seguida. Essa bactéria pode causar canais e outros problemas dentários.
Fonte: The Journal of Nutrition, 2014
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Aproveite para se divertir com as crianças na cozinha e criar memórias inesquecíveis. Tão bom como saborear aquilo que se acabou de confecionar, é partilhar o processo de criação culinária – a pequenada vai adorar vestir o avental de chef e ser parte da doce magia que toma conta das cozinhas nesta quadra…
1. Bolachinhas natalícias
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Bolachinhas natalícias
Para servir, decorar a árvore de Natal ou para oferecer, as tradicionais bolachinhas de Natal fazem sempre sucesso!
Ingredientes:
* 6 chávenas de farinha
* 1 colher de chá de fermento
* 1 colher de chá de sal
* 400 gr de manteiga amolecida
* 3 chávenas de açúcar
* 4 ovos
* 2 colheres de chá de extrato de baunilha
Como preparar:
Misture todos os ingredientes até obter uma massa fácil de trabalhar. Estenda a massa com a ajuda de um rolo. Use formas com formatos festivos para cortar as bolachas em formato de pinheiros, estrelas, anjinhos, sinos, o que preferir. Leve ao forno durante 12 minutos a uma temperatura média. As crianças vão adorar a parte final da receita – enfeitar as bolachas com glacé, pepitas coloridas, M&Ms…
Fonte: http://pequenada.com/artigos/10-receitas-natal-deliciosas-para-fazer-com-criancas
1. Disponibiliza quantidades muito significativas de nutrimentos (vitaminas, minerais);
2. Possui substâncias protetoras do nosso organismo, que nunca chegariam a ser absorvidas de outra forma;
3. Fácil digestão;
4. Boa fonte de hidratação;
5. A sopa, no início de uma refeição aumenta a produção biliar, reduz os teores de colesterol;
6. Consumida no início da refeição, promove, também, a libertação gradual de insulina, estimulando o apetite e saciando precoce e continuamente;
7. Ao contrário de outras preparações culinárias, não possui quantidades significativas de tóxicos, antinutrimentos ou alergénios de ocorrência natural;
8. Em função dos ingredientes que possui pode ser mais ou menos calórico, mais ou menos hidratante, ter mais ou menos sal, ter mais ou menos fibra. Esta flexibilidade tornam a sopa o alimento ideal para qualquer idade e para qualquer estado de saúde;
9. A sopa é ainda um tipo de confeção económico, relativamente rápido e que pode ser preparado antecipadamente para ser aquecido e servido apenas na hora;
10. Para além das questões da saúde e da nutrição, as sopas de qualidade, pertencentes ao receituário tradicional português, revelam do ponto de vista "histórico, etnográfico, social e técnico, evidenciando os valores de memória, antiguidade, autenticidade, singularidade ou exemplaridade" o que lhes permite justificar o estatuto de património cultural.
Fonte: Direção-Geral da Saúde
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Na alimentação das crianças deve-se também ter em atenção a regularidade, a variedade e a qualidade dos alimentos ingeridos. As crianças devem comer a cada três ou quatro horas, para que a sensação de fome não as faça comer mais do que o necessário e com menos qualidade.
1. Incluir fruta e verduras.
A fruta e as verduras são a melhor aposta em termos de nutrição saudável, uma vez que contêm fibra e muitas vitaminas. As crianças devem comer cinco peças de fruta e verduras por dia: por exemplo, um copo de sumo de fruta ao pequeno-almoço, uma maçã e uma banana como lanches e dois tipos de produtos hortícolas nas refeições principais.
2. Diminuir as gorduras.
Embora as crianças necessitem de incluir algumas gorduras na sua dieta – estas ajudam a sentir-se saciado e contêm alguns dos nutrientes necessários – não se deve exagerar. A alimentação infantil deve incluir o mínimo possível de alimentos como batatas fritas, carnes fritas, enchidos, manteiga e margarina, tortas e bolos.
3. Apostar no pequeno-almoço.
O corpo humano necessita de energia para funcionar. Depois de uma noite de sono, os níveis de energia estão baixos, razão pela qual o dia das crianças deve começar com um pequeno-almoço completo: com hidratos de carbono, pão, fruta, cereais com leite ou iogurte.
4. Alimentos integrais.
Como a sua estrutura não é alterada no processo de industrialização, os alimentos integrais mantém as vitaminas, minerais e fibras. Para além de prolongarem a saciedade, as variantes integrais do pão, cereais, arroz e massa, ajudam também a manter o peso.
5. Beber água.
Tal como na alimentação dos adultos, também na alimentação infantil aquilo que se bebe é tão importante como o que se come. Para além de ser necessário fornecer ao corpo os alimentos necessários para nos mantermos saudáveis, é necessário beber pelo menos 5 copos de líquidos por dia, sendo a água sempre preferível aos sumos e refrescos. É muito importante beber em abundância se o tempo estiver muito quente ou quando se pratica exercício físico.
6. Variar o menu.
A alimentação das crianças deve ser variada, uma vez que as crianças necessitam de mais de 40 tipos diferentes de nutrientes para assegurar o bom funcionamento do organismo (tais como vitaminas e minerais). Tendo em conta que não existe nenhum alimento que os contenha todos, é importante equilibrar as escolhas diárias e ir variando o menu, tendo o cuidado de incluir no mesmo frutas, verduras, cereais, carne e outros alimentos proteicos e lácteos, como leite e queijo.
7. Comer devagar.
É importante habituar as crianças a comer devagar e a mastigar bem os alimentos. As refeições devem ser feitas, de preferência, num ambiente tranquilo, procurando manter os mesmos horários e intervalos regulares.
8. Evitar saltar ou substituir refeições por bolos, salgados, sandes, chocolates ou outras guloseimas.
9. Evitar os fritos e os alimentos com elevada quantidade de açúcar, gordura e sal, bem como os temperos industriais.
Fonte: http://centrumvitaminas.com.pt/nutricao/alimentacao-infantil/