Dois dias de Fórum Ambiente trouxeram a Leiria partilha de experiências e de conhecimentos
Foram 172 os participantes no 2ª Fórum Ambiente de Leiria, organizado pelo Município de Leiria e que este ano se desdobrou em 2 momentos – no dia 14 com 3 palestrantes de renome e ainda a presença do veterano e internacionalmente conhecido Biólogo Jorge Paiva, e no dia 18, com três oficinas e 2 visitas guiadas.
No dia 14, Carlos Ribeiro, apresentou o projeto educativo do Laboratório da Paisagem, um equipamento de Educação ambiental que vai muito além do edifício emblemático da cidade de Guimarães, e põe em prática um projeto educativo que abrange vários concelhos.
Mariana Roldão Cruz, da Fundação Serralves, apresentou todo o trabalho que a Fundação se encontra a desenvolver, no que diz respeito ao ambiente, dando a conhecer o projeto educativo desta instituição, e como Serralves aproveita a riqueza e biodiversidade do seu espaço exterior, transformando-o constantemente e de diversas formas numa enorme sala de aula ao ar livre.
Ainda neste dia, Paulo Renato Trincão apresentou o trabalho de educação ambiental que a Universidade de Coimbra tem vindo a desempenhar através de um dos equipamentos de educação ambiental mais importantes do país – o Centro de Ciência Viva, Exploratório de Coimbra – assim como um dos novos projetos de economia circular que este Centro está a preparar: o Projeto ERRE.
Sábado, dia 18, foi a vez de “pôr mãos à obra” em oficinas e visitas guiadas com o objetivo de dar a conhecer aos educadores e professores, algumas opções interessantes para os seus contextos pedagógicos.
As visitas - à ETAR das Olhalvas e ao Moinho do Papel - apresentaram aos participantes dois equipamentos de Leiria que “dão muitas cartas” na Educação e Sensibilização Ambiental - recursos à disposição de todos, e onde existem várias oportunidades de aprendizagem.
Já as oficinas foram em áreas tão diferentes quanto trabalhar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em contexto de aula, com a Oikos - Cooperação e Desenvolvimento; fazer um banco a partir de materiais a precisar de um novo propósito, com a Mariana Costa e Silva, do Projeto FAZ; e trabalhar o papel enquanto recurso pedagógico ambiental e artístico, em simultâneo, com a Oficina da Cor.
