XI Fórum Melhorar a Escola destaca a empatia como pilar do serviço público educativo
O Teatro Miguel Franco acolhe hoje e amanhã o XI Fórum Melhorar a Escola, uma iniciativa do Município de Leiria que reúne mais de 600 assistentes operacionais e técnicos dos estabelecimentos de ensino do concelho, colocando a empatia e a comunicação no espaço escolar no centro da reflexão e da formação.
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Sob o tema “Comunicar com Empatia no Espaço Escolar”, esta edição reúne 544 Assistentes Operacionais e 92 Assistentes Técnicos, reconhecendo o papel essencial que o pessoal não docente desempenha no quotidiano das escolas e na construção de um ambiente educativo saudável, seguro e inclusivo. Na sessão de abertura, o Presidente da Câmara Municipal de Leiria, Gonçalo Lopes, sublinhou que a verdadeira definição de serviço público assenta hoje na empatia, na proximidade e na capacidade de escuta. O autarca destacou ainda que a educação vai muito além da sala de aula, acontecendo nos gestos diários, na palavra certa e no cuidado com cada criança, deixando uma palavra de agradecimento pela entrega, profissionalismo e dedicação demonstrados diariamente.
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O XI Fórum Melhorar a Escola procura valorizar o contributo discreto, mas determinante, do pessoal não docente, frequentemente o primeiro contacto de alunos, famílias e colaboradores com a escola. São o rosto que acolhe, o sorriso que tranquiliza e o olhar atento que orienta, promovendo o bem-estar, a saúde mental e o sentimento de pertença de toda a comunidade educativa. À semelhança das edições anteriores, o Fórum aposta no desenvolvimento de competências essenciais para o desempenho profissional, nomeadamente ouvir, propor, rebater, agir e resumir, promovendo uma comunicação eficaz e empática no contexto escolar. A dinamização desta edição está a cargo de João Vaz, que conduz as sessões formativas ao longo dos dois dias. O Município de Leiria reafirma, assim, o seu compromisso com uma escola mais humana, onde educar é também cuidar, ouvir e respeitar, reconhecendo que o trabalho do pessoal não docente faz, efetivamente, a diferença na vida das crianças e no futuro do concelho.
